1.Ocorreu um surto de dignidade na humanidade, se espalhou de maneira incontrolável, os governantes nada puderam fazer, os lideres religiosos apenas aumentaram o seu discurso apocalíptico e arrebanharam umas centenas de idiotas seguidores e foram para as florestas rezar, o sistema financeiro parou e a banca caiu fora com os depósitos dos idiotas que acumulavam, os donos das corporações recorreram aos maiores publicitários e marketeiros do mundo, mas nenhuma idéia de acomodamento funcionou, mesmo se gastando milhões para o lançamento da campanha em escala global, o efeito foi de uma marolinha. Era o surto de liberdade humana plena e não-retornável a condição de escrava que até a pouco tempo imperava. Ninguém mais se submete a nada, a inteligência veio para ficar nas mentes e corações humanas de todo o planeta de maneira definitiva e irrefreável. Agora apenas a criatividade e a liberdade dos indivíduos é o que determina a lei.
Eu lembro bem daquele domingo de fórmula 1 de 2002. Ele estava em primeiro lugar, atrás – e bem atrás, vinha o já 4 vezes campeão Michael Schumacher, numa segunda posição que lhe daria a possibilidade de continuar lutando pelo título daquele ano, que aliás ele conquistou.
E já estava o comentarista da TV globo se preparando pra gritar “...E vence Rubinho”, na ultima volta, no dia das mães, quando de repente percebe-se que o carro está lento, lento na ultima volta, com a música do Sena já tocando, e o "imponderável" acontece: Schumacher ultrapassa Rubinho após ele sair da frente pro outro passar, na ultima curva, e eis que vence aquele grande prêmio de fórmula 1 o alemão, com o Rubinho chegando em segundo lugar após liderar quase toda a prova.
O comentarista ficou espantado, num sabia o que dizia - se sim se não, se não sesim, pois foi na ultima curva, pegando-o... digamos assim: “desprevenido”. E toda a torcida brasileira que já estava comemorando ficou de queixo caído com aquela sacanagem anti-desportiva, talvez a maior da historia (até provarem que o título da Argentina em 1978 e o da França em 1998 não foram “cartas marcadas”).
Eu mesmo fiquei perplexo. Acompanhava o evento num clube, por uma TV colocada próxima a churrasqueira, com todo mundo se divertindo, biritando e comendo churrasco e achando o máximo aquela que vinha sendo uma ótima corrida do piloto brasileiro. Mas então veio aquele balde de água fria e ele, docilmente, obedecendo ao chefe (ah esta coja de gente obediente que deixa o mundo tão feio!), deixa o alemão passar e fica em segundo lugar, deixa de vencer para obedecer uma ordem estapafúrdia, pois o piloto alemão já estava bem a frente do segundo colocado na classificação geral da competição de pilotos daquele campeonato, e conquistou o título daquele ano com uma folga enorme, do qual os 2 pontos que ele ganhou a mais pela aquela cagada antidesportiva num acrescentou em nada, pelo contrário, sujou para sempre a sua carreira e a da FERRARI. Mas mesmo assim, o maior culpado por toda aquele decepção foi o próprio Rubinho Barrichelo.
Ora, ele poderia ter ignorado a ordem, afinal de contas ele é um piloto de fórmula 1 e o que um piloto durante uma corrida faz é essencialmente procurar vencer o grande prêmio, ou não? Ou o importante é competir bem durante todas as voltas do circuito para vim outro que – de bandeixa, recebe a posição do competidor que seria o vencedor na última curva? mas não, o rubinho deixou o outro passar por obediência às ordens estratégicas vindas da direção da equipe... que bosta! Isso não é esporte!!!
Aquela ação do rubinho manchou para sempre a sua carreira, mas isso pode ser esquecido se nesta sua última disputa (ninguém mais quer o veterano) ele... lembrem-se: outra vez a decisão é todinha dele. A ação vergonhosa daquele dia das mães de 2002 pode ser esquecido se ele, observando os apelos da torcida brasileira e para o bem da nação (é piegas, mas todo apelo é válido neste momento, ele precisa saber que estamos todos unidos neste prosaico dia dos finados) bater no Hamilton, tirando-o fora da corrida, impossibilitando o piloto inglês de marcar sequer 1 pontinho, e o título vá para o Felipe Massa, um sujeito que – até onde eu sei, tem um pouco de dignidade competitiva, desportiva, e por isso merece ser ele o primeiro piloto brasileiro de fórmula 1 campeão do mundo após o inigualável - esse sim ídolo, Airton Senna.
No final o representante da União KLatina agradeceu a todos e disse que tais eventos é prioridade para o apoio da organização, pois o cinema é a forma mais abrangente de se chegar a variedade de povos que compõem os países de língua latina, segundo palavras dele.
Este de camisa branco sorridente é o Flavio, que é sócio de uma produtora de animação em Montevidéo, local que visitamos no terceiro dia do evento. Uma puta estrutura, fazem off-shore para a Noruega, coisas assim... E ganhou o prêmio de menção especial na área de animação, como não poderia deixar de ser.
O de camisa verde prestes a beijar o coordenador geral do Festival - o Ricardo, ganhou como o melhor documentário. Trata-se de uma pessoas que nasceu na prisão pelo fato de sua mãe estar presa por conta da ditadura uruguaia. Ele foi criado pela avó e tem remorsos do pai - que pelo o que entendi nos bastidores abandonou a família. O projeto dele é contar esta historia. nOSSA professora - a Assunção, disse que era a única unanimidade entre os professores, o prêmio para o projeto dele foi considerado imbatível.
Bem... certamente o tema da ditadura tem muuuuuuuuuuuuuito significado para a maioria das pessoas que organizam estes eventos. E acho que este tema será relevante por pelo menos uns 5 anos, até que outra geração venha com outras propostgas e miradas... hehehehe!
Guzman Fernandez da EGEDA, uma espécie de ECAD dos produtores audiovisuais latinos e da Espanha. Estavam a acabar de inaugurar o escritório de arrecadação no Uruguai, e fiquei sabendo que eles tem dificuldades de entrar no Brasil, por causa da língua.
O negócio é tao bagunçado que no meio da sessao vc escuta uns estouro muito doido! E a tela apaga, vc pensa que faz parte da estética do filme, que nada... fou porque acionaram o blackout do jogo de luzes da boyate. É mole?!...
E depois dizem que brasileiro é que é desleixado, deixa tudo pra última hora, etc, aqui o negócio ta pra lá de bagdá. De todas as sessoes que assisti num teve uma que nao houvesse interrupçao.
O local é uma discoteca mesmo, daqui a uns 10 dias começa a alta temporária neste balneário, e a turistada quer é dançar. Ora porra de cinema!...
E ela parece ter lutado na guerra sandinista de "libertaçao" contra o "império dos EUA" nas décadas de 70 e 80 do século pàssado.
TAva lá apresentando seu filme que ñao passa da busca dela por duas personagens nicaraguenses que na época dos conflitos fizeram um depoimento no qual resitam um poema em vestes militares. Poesia barata.
O Documentario fica no lugar comum de entrevistar personagens significativos do conflito e outros nem tanto. Depende da performance de um deles para masntermos o interesse. Em alguns casos funciona, mas nem todo mundo está sempre em um dia bom, entao-se...
É, o lance é que é muito mais fácil fazer um filme sobre os distantes e derrotados, estando na Alemanha, que se recente - desde a 2ª guerra mundial, de ser tambem um derrotado.
O mais engraçado é que no final uns estudantes argentinos foram até ela e a mesma se recusou a receber a rapaziada. Eles ficaram todos sem graça, muito cômico.
Esta placa foi colocada pela produçao do filme Myami Vice - certamente a pedido do prefeito da localidade. Aí havia a casa de uma das personagens, a casa de veraneio da madame. Nunca vi o filme e ñao tenho a mínima vontade de ver este tipo de produçao. Mas pelo menos sei de alguma coisa a respeito das Filmi comissions dos estados brasileiros: sao muito incompetentes. Como podem a produçao de um filme dfe praia dispensar as praias brasileiras pra vim filmar num lugar a esmo como este? Ridículo!
Dizem que foi o maior evento do Uruguai neste ano, as filmagens deste triller hollywdyano neste balneário.
Este é Marcelo, boliviano que tem um projeto de filme em ficçao de estilo intimista. Parece está muito feliz por estar participando deste seminário-taller Produción Executiva.
Estes sao meus colegas de curso (seminario) aki em Atlantida no Uruguai. Muitos jà trabalham com Producao Executiva Cinematografica, outros estao começando assim como eu, e tem um ou outro que estào envolvidos em projetos milionarios, que eu fikei de cara o tamanho da produçao que eles estao a imaginar para realizar seus filmes ou das produtoras que representam.
A maioria da minha turma sao brasileiros (as), mas hà um boliviano, uma chilena, uma argentina e claro, muitos uruguaios e ninas uruguaiaias.
O almoço foi uma massa com um molho que nao identifico, e a sobremesa foi um sorvete mui gostoso.
ESTA SENHORA ACIMA è Assunçao Hernandes, nossa professora de ProduÇao Executiva no seminário-oficina que acontece aki no balneàrio de Atlantida, no URUGUAI, por conta do 1 º Festival Internacional de Cinema Documentario do Uruguai, organizado pela Union Latina e por instâncias públicas ligado a cultura e ao turismo do Uruguay.
A mesma é uma das sócias proprietaria da produtora cinematografica RAIZ, uma das mais tradicionais do mercado brasileiro, que tem em seu portfólio classicos como O HOMEM QUE VIROU SUCO, PERFUME DE GARDÊNIA - o único filme a ser feito no período que o collor findou a EMBRAFILMES, e outros mais...
No nosso primerio encontro o de praste: todo mundo se apresentando e dizendo em que consiste os seus projetos. O meu é sobre a questao dos Direitos Humanos com foco na problemática de gênero, a violência contra a mulher em ambiente doméstico, etc. Amanhña tem mais.